Afogada em dashboards, sem respostas
A liderança da Ashgrove entrava em cada reunião com um conjunto diferente de números — o financeiro tinha uma visão, o comercial outra, a operação de lojas uma terceira. Existiam onze dashboards no negócio, e nenhum concordava com o outro.
A situação
O CEO não conseguia uma resposta direta para uma pergunta simples: as quinze lojas abertas nos últimos dois anos já eram lucrativas? Todos tinham opinião; ninguém tinha um número em que confiasse.
O que fizemos
- Partimos das seis decisões que a liderança realmente toma a cada trimestre, não dos dados que já existiam.
- Reduzimos a pilha de relatórios de onze dashboards para uma visão única com doze métricas, cada uma com um dono nomeado.
- Reconstruímos o relatório de rentabilidade por loja para que as novas unidades fossem medidas numa base consistente e comparável.
- Conduzimos nós mesmos as duas primeiras revisões trimestrais para criar o hábito antes de devolver.
O resultado
A Ashgrove agora sabe, uma semana após o fechamento do trimestre, exatamente quais lojas novas estão no rumo e quais precisam de intervenção — uma pergunta que antes levava um mês de planilhas em disputa para ser respondida, quando era.
